Durante décadas, o rádio foi o lugar em que Goiás ouviu jogos, eleições, notícias, serviços, tragédias, festas e histórias pessoais. Mesmo quando a tecnologia muda, o arquivo emocional criado por essas vozes permanece.
Preservar a história do rádio significa preservar a história de profissionais, emissoras e públicos que participaram da formação da sociedade goiana.
Voz não é apenas som
Uma voz no rádio cria rotina, confiança e companhia. O ouvinte reconhece não apenas o timbre, mas a maneira de perguntar, comentar e reagir ao acontecimento.
Os profissionais como patrimônio
Crônicas sobre Dalva de Oliveira, Mané de Oliveira, padre Jesus Flores e outros comunicadores registram valores e modos de trabalhar que não aparecem em relatórios empresariais.
Do AM ao vídeo digital
O rádio deixou de ser apenas aparelho. Hoje aparece no streaming, no YouTube, no aplicativo e nos cortes compartilhados. A linguagem continua baseada em presença, ritmo e capacidade de conversar.
Quando uma voz desaparece sem registro, perde-se também uma parte da experiência coletiva.
Memória em movimento
As crônicas de Cléber reúnem lembranças, personagens e bastidores que ajudam a contar a história da comunicação em Goiás por meio de quem a viveu.
Leia e assista também
Rádio, notícia e presença
A participação ao vivo mostra como informação, memória e presença ajudam o rádio a manter vínculo com o público em diferentes plataformas.
Abrir no YouTube →
